Para refletir um pouco...
Assistam ao vídeo "Educação e Vida". Ele nos fará pensar um pouco sobre nossos desafios. Não podemos desistir no meio do caminho e nem nos apavorar com o novo!!!
Relacionei essa mensagem com o nosso desafio, principalmente para mim, de trazer as novas tecnologias para nosso ambiente de trabalho.
Aproveitem!!!
Luana Pereira
http://video.google.com/videosearch?hl=pt-BR&q=v%C3%ADdeos+sobre+educa%C3%A7%C3%A3o&um=1&ie=UTF-8&ei=klPBSqvrNY6n8Aaf_u2kAQ&sa=X&oi=video_result_group&ct=title&resnum=4#
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
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Cristiane Winter, Graziela Patzlaff, Luana Haubert, Patrícia Silva, Cristina César
às
17:32
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EDUCAÇÃO PARA O FUTURO
Advertia Kant de que não se deve educar segundo o estado presente, mas sim segundo o estado futuro possível e melhor da espécie humana. Poderemos dizer que é preciso educar partindo do real para o possível e tendo por horizonte o desejável. Desejar-se-á, certamente que a humanidade supere todas as suas contradições e realize todas as suas possibilidades. Se esse desejável absoluto chegasse algum dia a acontecer, teríamos a “realização do soberano bem do mundo”, “a humanidade em toda a sua perfeição”. E aí teríamos a humanidade definitivamente educada. (...) (PINTO, 1996. p. 474).
As palavras do autor acima, referindo-se a Kant, levam-nos a refletir sobre o papel da educação hoje. Kant, já em sua época traz essa perspectiva de educar para a melhora da humanidade, conforme sua evolução. Dou enfoque neste momento ao me referir à evolução, nas novas tecnologias.
Levando em consideração a análise do mesmo, parando para pensarmos na qualidade do ensino em nosso país, podemos afirmar que ao invés de ter um olhar para o futuro da humanidade, ele está se norteando no passado. A educação, digamos assim, parou no tempo, ou talvez não se deu conta de quanto tudo mudou, para inovar também. Se todos nós desejamos esse “futuro possível e melhor”, chegou a hora de arregaçarmos as mangas e ir à busca do novo.
Vem ai um desafio para os educadores. Educar para o futuro e não para o presente é uma afirmativa necessária nos dias de hoje, pois as novas tecnologias estão avançando e crescendo cada dia mais e se tornaram um bem necessário, pois são uma fonte de informações, facilidade, praticidade tão grande que são importantes para a vida corrida que a população enfrenta.
Além de sua importância, o papel das tecnologias digitais hoje na educação é fundamental. Podemos ver os resultados positivos tidos. Porém essa é uma questão que entra em discussão para certos educadores. Mas esta é uma limitação a ser superada. “(...) Educar para a emancipação é dotar os homens da capacidade de reconhecer e vencer as limitações superáveis do seu tempo.” (...) (PINTO, p. 481).
Conforme diz o autor, temos que superar nossas dificuldades. Conseguir dominar as novas tecnologias. Pode parecer uma tarefa impossível, mas não é. O que deve ser feito é ter dedicação para buscar o conhecimento desejado. Ficar parado no mesmo lugar e esperar que tudo aconteça não é a melhor alternativa. Temos que nos mobilizar para conseguirmos dominar as novas tecnologias. E como diz Pinto: “(...) O crescimento do conhecimento – ou processo de aprendizagem – não é um processo repetitivo ou cumulativo, mas um processo de eliminação de erros”.(...) (p. 491). Já ouvimos dizer a expressão: “é errando que se aprende”.
Os métodos tradicionais ainda estão muito presentes na educação, o que pode resultar no fracasso escolar. Com um novo olhar para a educação isso pode mudar, pois partindo do pressuposto de CONSTRUÇÃO de conhecimento o aluno terá novas possibilidades de aprender, sendo que ele irá pesquisar o objeto de estudo.
A fim de que “esta revolução nos hábitos escolares” possa de facto ocorrer, é preciso que cientistas e instituições de investigação sejam chamados a participar, não só na definição dos currículos dos ensinos básico e secundário, mas ainda na criação de práticas de trabalho escolar adequadas a uma aprendizagem não literária do saber científico. (...) (PINTO, p. 492).
As mudanças podem começar com o currículo, pensando em propostas inovadoras para a educação. Aí entra outra questão importantíssima, pois inovar não se resume em simplesmente introduzir materiais tecnológicos dentro da escola que servem para as crianças jogarem, passar tempo, brincarem...
As novas tecnologias devem ter uma articulação com a construção do saber, fazendo com que haja a relação, “conversa” entre as disciplinas, tornando o processo de aprender algo prazeroso, que instigue o “aprender a aprender”.
Além disso, a cada dia mais o mundo digital cresce e se faz presente em nossas vidas. Está chegando a ERA DIGITAL, onde tudo é informatizado, rápido. Daqui um tempo as pessoas terão que dominar esse saber. E além da busca do saber, a preparação para o lado profissional, a dominação do mundo digital será essencial para a própria vida. “(...) O objectivo é inscrever a aprendizagem no processo de autotranscedência emancipadora da humanidade, o que é, sem dúvida, indefinidamente mais do que preparar os alunos para a obtenção de um emprego.” (...) (PINTO, p. 493)
Pensando em tudo o que foi dito acima, vemos que temos que mudar muitos conceitos em relação à educação, às novas tecnologias, à preparação profissional dos professores... o próprio conceito de aprender.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
PINTO, F. Cabral - A Formação Humana no Projecto da Modernidade. Coleção: Epistemologia e Sociedade. Instituto Piaget, 1996. p. 474 – 530.
LUANA MARIA HAUBERT PEREIRA
Advertia Kant de que não se deve educar segundo o estado presente, mas sim segundo o estado futuro possível e melhor da espécie humana. Poderemos dizer que é preciso educar partindo do real para o possível e tendo por horizonte o desejável. Desejar-se-á, certamente que a humanidade supere todas as suas contradições e realize todas as suas possibilidades. Se esse desejável absoluto chegasse algum dia a acontecer, teríamos a “realização do soberano bem do mundo”, “a humanidade em toda a sua perfeição”. E aí teríamos a humanidade definitivamente educada. (...) (PINTO, 1996. p. 474).
As palavras do autor acima, referindo-se a Kant, levam-nos a refletir sobre o papel da educação hoje. Kant, já em sua época traz essa perspectiva de educar para a melhora da humanidade, conforme sua evolução. Dou enfoque neste momento ao me referir à evolução, nas novas tecnologias.
Levando em consideração a análise do mesmo, parando para pensarmos na qualidade do ensino em nosso país, podemos afirmar que ao invés de ter um olhar para o futuro da humanidade, ele está se norteando no passado. A educação, digamos assim, parou no tempo, ou talvez não se deu conta de quanto tudo mudou, para inovar também. Se todos nós desejamos esse “futuro possível e melhor”, chegou a hora de arregaçarmos as mangas e ir à busca do novo.
Vem ai um desafio para os educadores. Educar para o futuro e não para o presente é uma afirmativa necessária nos dias de hoje, pois as novas tecnologias estão avançando e crescendo cada dia mais e se tornaram um bem necessário, pois são uma fonte de informações, facilidade, praticidade tão grande que são importantes para a vida corrida que a população enfrenta.
Além de sua importância, o papel das tecnologias digitais hoje na educação é fundamental. Podemos ver os resultados positivos tidos. Porém essa é uma questão que entra em discussão para certos educadores. Mas esta é uma limitação a ser superada. “(...) Educar para a emancipação é dotar os homens da capacidade de reconhecer e vencer as limitações superáveis do seu tempo.” (...) (PINTO, p. 481).
Conforme diz o autor, temos que superar nossas dificuldades. Conseguir dominar as novas tecnologias. Pode parecer uma tarefa impossível, mas não é. O que deve ser feito é ter dedicação para buscar o conhecimento desejado. Ficar parado no mesmo lugar e esperar que tudo aconteça não é a melhor alternativa. Temos que nos mobilizar para conseguirmos dominar as novas tecnologias. E como diz Pinto: “(...) O crescimento do conhecimento – ou processo de aprendizagem – não é um processo repetitivo ou cumulativo, mas um processo de eliminação de erros”.(...) (p. 491). Já ouvimos dizer a expressão: “é errando que se aprende”.
Os métodos tradicionais ainda estão muito presentes na educação, o que pode resultar no fracasso escolar. Com um novo olhar para a educação isso pode mudar, pois partindo do pressuposto de CONSTRUÇÃO de conhecimento o aluno terá novas possibilidades de aprender, sendo que ele irá pesquisar o objeto de estudo.
A fim de que “esta revolução nos hábitos escolares” possa de facto ocorrer, é preciso que cientistas e instituições de investigação sejam chamados a participar, não só na definição dos currículos dos ensinos básico e secundário, mas ainda na criação de práticas de trabalho escolar adequadas a uma aprendizagem não literária do saber científico. (...) (PINTO, p. 492).
As mudanças podem começar com o currículo, pensando em propostas inovadoras para a educação. Aí entra outra questão importantíssima, pois inovar não se resume em simplesmente introduzir materiais tecnológicos dentro da escola que servem para as crianças jogarem, passar tempo, brincarem...
As novas tecnologias devem ter uma articulação com a construção do saber, fazendo com que haja a relação, “conversa” entre as disciplinas, tornando o processo de aprender algo prazeroso, que instigue o “aprender a aprender”.
Além disso, a cada dia mais o mundo digital cresce e se faz presente em nossas vidas. Está chegando a ERA DIGITAL, onde tudo é informatizado, rápido. Daqui um tempo as pessoas terão que dominar esse saber. E além da busca do saber, a preparação para o lado profissional, a dominação do mundo digital será essencial para a própria vida. “(...) O objectivo é inscrever a aprendizagem no processo de autotranscedência emancipadora da humanidade, o que é, sem dúvida, indefinidamente mais do que preparar os alunos para a obtenção de um emprego.” (...) (PINTO, p. 493)
Pensando em tudo o que foi dito acima, vemos que temos que mudar muitos conceitos em relação à educação, às novas tecnologias, à preparação profissional dos professores... o próprio conceito de aprender.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
PINTO, F. Cabral - A Formação Humana no Projecto da Modernidade. Coleção: Epistemologia e Sociedade. Instituto Piaget, 1996. p. 474 – 530.
LUANA MARIA HAUBERT PEREIRA
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Cristiane Winter, Graziela Patzlaff, Luana Haubert, Patrícia Silva, Cristina César
às
16:45
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sábado, 26 de setembro de 2009
Aulas de Informática.
http://www.youtube.com/watch?v=B9OjdcmaEA0
Patrícia da Silva.
Patrícia da Silva.
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Cristiane Winter, Graziela Patzlaff, Luana Haubert, Patrícia Silva, Cristina César
às
20:16
Um comentário:
O PRAZER DE APRENDER COM A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
Pessoal, este artigo apresenta algumas reflexões sobre a informática na educação, analisando o uso do computador, o software educativo, o papel do professor e o papel do aluno no processo ensino aprendizagem.
http://www.icpg.com.br/artigos/rev02-11.pdf
Patrícia da Silva.
http://www.icpg.com.br/artigos/rev02-11.pdf
Patrícia da Silva.
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Cristiane Winter, Graziela Patzlaff, Luana Haubert, Patrícia Silva, Cristina César
às
19:24
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APRESENTAÇÃO
Este blog está sendo desenvolvido por um grupo de alunas inscritas no Programa de Aprendizagem Mundo Digital, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS, ministrada por Eliane Schlemmer e Suzana Cini Freitas Nicolodi.
Temos como plataforma temática a "Educação Digital", sendo assim iremos desenvolver um projeto de aprendizagem onde iremos investigar de que forma as aulas de informática são ministradas nas escolas de educação infantil dos municípios de Novo Hamburgo e Campo Bom (mesmo sabendo que em muitas das escolas esta tecnologia ainda nao existe), com que freqüência os alunos participam destas aulas, o que fazem la, quem os acompanha, enfim . . . e para as escolas que ainda nao fazem uso desta tecnologia investigaremos o que os professores pensam a respeito da mesma, sempre buscando subsidios para a nossa pesquisa e de certa forma conscientizando os profissionais das novas ferramentas de aprendizagem, instigando-os a usarem em algum momento.
Temos como plataforma temática a "Educação Digital", sendo assim iremos desenvolver um projeto de aprendizagem onde iremos investigar de que forma as aulas de informática são ministradas nas escolas de educação infantil dos municípios de Novo Hamburgo e Campo Bom (mesmo sabendo que em muitas das escolas esta tecnologia ainda nao existe), com que freqüência os alunos participam destas aulas, o que fazem la, quem os acompanha, enfim . . . e para as escolas que ainda nao fazem uso desta tecnologia investigaremos o que os professores pensam a respeito da mesma, sempre buscando subsidios para a nossa pesquisa e de certa forma conscientizando os profissionais das novas ferramentas de aprendizagem, instigando-os a usarem em algum momento.
Cristiane Winter
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Cristiane Winter, Graziela Patzlaff, Luana Haubert, Patrícia Silva, Cristina César
às
09:41
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Meninas nosso blog esta em construção... mãos a obra!
Componentes do grupo de pesquisa:
Cristiane Winter
Cristina Azevedo Cesar
Graziela Patzlaff
Luana Maria Haubert Pereira
Patricia da Silva
Componentes do grupo de pesquisa:
Cristiane Winter
Cristina Azevedo Cesar
Graziela Patzlaff
Luana Maria Haubert Pereira
Patricia da Silva
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Cristiane Winter, Graziela Patzlaff, Luana Haubert, Patrícia Silva, Cristina César
às
15:20
2 comentários:
Pensando um pouco...
O que sabemos: certezas
As crianças nao manuseiam o computador na escola.
Nao tem acesso ao laboratorio de informatica da escola de educaçao infantil.
Desperta interesse o mundo digital
A menoria tem acesso fora da escola ao computador
As crianças não tem receio em manusear diversas tecnologias.
O que nao sabemos: duvidas
Como as aulas de informatica sao ministradas nas turmas de educaçao infantil?
Com que frequencia os alunos tem aulas de informatica?
Quais sao as ferramentas utilizadas por eles?
Quem os acompanha nestes momentos ?
Cristiane Winter
As crianças nao manuseiam o computador na escola.
Nao tem acesso ao laboratorio de informatica da escola de educaçao infantil.
Desperta interesse o mundo digital
A menoria tem acesso fora da escola ao computador
As crianças não tem receio em manusear diversas tecnologias.
O que nao sabemos: duvidas
Como as aulas de informatica sao ministradas nas turmas de educaçao infantil?
Com que frequencia os alunos tem aulas de informatica?
Quais sao as ferramentas utilizadas por eles?
Quem os acompanha nestes momentos ?
Cristiane Winter
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Cristiane Winter, Graziela Patzlaff, Luana Haubert, Patrícia Silva, Cristina César
às
15:18
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