quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Avaliação do Grupo!!!
Esperamos que, a cada dia as escolas deixem a acomodação de lado e falas do tipo “o governo não dá subsídios”, e busquem desenvolver um trabalho cada vez melhor, voltado sim a realidade e atualidade em que vivem nossos alunos.
Avaliação individual - Patrícia da Silva
Patrícia da Silva
AVALIAÇAO INDIVIDUAL CRISTIANE WINTER
Avaliação individual - Luana Pereira
Com a disciplina “Ensino e Aprendizagem no Mundo Digital” aprendi muito e, entre as tantas aprendizagens, uma delas foi a de utilizar novas ferramentas da Internet, o que não fazia antes. Vejo o quanto ela é portadora de informações e conhecimentos que podem ser buscados por nós mesmos e até mesmo os meios de entretenimento.
Aprendi que devemos ter a curiosidade das crianças para manusear e utilizar as novas tecnologias e perder o medo de explorá-las, pois vivemos na geração do “mexe que não estraga” e temos que levar isso em consideração.
Foi muito importante para mim em aspecto pessoal e profissional, pois fez com que eu visse com um novo olhar o trabalho com as novas tecnologias dentro da sala de aula, como também buscar proporcionar isso aos nossos alunos, pois é fundamental para eles.
Avaliação individual: Cristina Cesar
Hoje, após as leituras realizadas e o desenvolvimento do nosso trabalho e o apoi do grupo me sinto mais segura e também mais aberta a me reciclar e querer aprender sempre mais, pois se as crianças da Educação Infantil demonstraram entusiasmo e habilidade na exploração das tecnologias eu também posso fazer o que desejar, basta incorporar essa curiosidade infantil.
Avaliação Individual: Graziela Patzlaff
Certezas Provisórias
•Como nos trás os autores do livro “Homo Zappiens” a criança desde cedo manuseia o controle remoto da televisão, tem autonomia de assistir ao programa e/ou canal da televisão que quer, domina e até ensina aos pais como mexer e manusear o telefone celular...
•Segundo Wim Veen e Bem Wrakking, autores do livro, as crianças já nascem em um mundo rodeado das novas tecnologias e o seu acesso é fácil. Seus familiares trabalham diretamente com as tecnologias digitais, o que facilita mais ainda e chama a atenção da garotada.
Cristiane Winter
Quanto às nossas dúvidas...
Num primeiro momento constatamos que, são poucas as escolas infantis que utilizam tecnologias digitais com as crianças, pois muitas têm medo que estraguem os computadores, outras reclamam a falta de subsídios do governo e outras acham simplesmente que isso não é para educação infantil.
Diante disto, deparamo-nos com professoras que não retornaram e-mails, e outras três que muito colaboraram.
Nossas principais dúvidas eram:
1.Como as aulas de informática são ministradas nas turmas de educação infantil?2.Com que freqüência os alunos tem aulas de informática?3.Quais são as ferramentas utilizadas por eles?4.Quem os acompanha nestes momentos?
As professoras nos relataram que normalmente as aulas ocorrem uma vez por semana, aproximadamente com duração de uma hora, e que sempre tentam relacionar com o trabalho desenvolvido em sala de aula com outros assuntos, como extensão do trabalho desenvolvido em sala de aula.
O trabalho é desenvolvido por uma coordenadora de laboratório, que muitas vezes planeja junto com a professora da turma que os acompanha ao mesmo.
As principais ferramentas utilizadas são: paint, composições usando programas com figuras, números, imagens, letras, trabalho com fotos, jogos específicos para cada idade, sites como o “Discovery Kids”, sites rodados em rede, e ainda o positivo que é uma mesa interativa que algumas escolas tem instalada, onde as crianças jogam jogos, formam palavras e, segundo uma professora de laboratório, a mesa funciona com um “sensor” que transmite para a máquina.
Pelos relatos das professoras, percebemos que reconhecem o laboratório como mais um recurso que desenvolve aprendizagens, e que tentam aprimorar cada vez mais seu cotidiano em busca de um trabalho que dê resultado e que realmente envolva o aluno considerando suas vivências.
Grazi Patzlaff
Processo de aprendizagens
Durante esse processo de pesquisa, além de buscarmos nossas certezas provisórias, onde pudemos nos certificar ou mudar de opinião sobre determinados aspectos e buscarmos a “solução” de nossas dúvidas temporárias, mudamos nossos conceitos em relação às novas tecnologias digitais e à inclusão destas na educação.
Destacaremos o que nos foi mais importante:
Primeiramente, podemos iniciar com o que consideramos fundamental, que “abre as portas” para essas mudanças: o fato de que hoje as crianças tem total autonomia para manusear aparelhos tecnológicos. Além dessa liberdade, a aprendizagem e o domínio destes são impressionantes, o que faz com que haja a troca dos papéis, antes tidos como inquestionáveis – alunos / filhos ensinando professores / pais.
Conforme consta no livro Homo Zappiens, a autonomia já se inicia com o uso do controle remoto, onde a criança pode escolher e definir o que deseja assistir. Parece algo normal e que não interfere em nada, mas que já serve como o início de tudo.
“(...)E cá estamos nós, a “geração do não mexe que estraga”. Como iríamos aprender se não era permitido “mexer”?(...)Esse mundo pertence a eles. E aí está, a “geração do mexe para ver como funciona”, a “geração digital”, conhecidos como “nativos digitais”. Mudou muito, não é?” SCHLEMMER, 2006).
Com as novas tecnologias, aquelas crianças que tem acesso diário em casa, tem em suas mãos uma quantidade de informações significativa que estão sempre a disposição delas. Quando necessitam saber algo, é apenas acessar a Internet, escolher o site que deseja ou fazer uma pesquisa rápida no “Google”, que terão respostas imediatas. A facilidade de buscar conhecimentos é tanta, que a escola vem perdendo seu papel de “lugar de aprendizagem”.
Levando em consideração o citado no item acima, podemos concordar com o que os autores de Homo Zappiens apontam: a escola já não tem mais graça. Crianças que são capazes de realizar várias tarefas ao mesmo tempo, não irão se deter em uma aula monótona, onde somente o professor fala e os alunos escutam, utilizando métodos tradicionais e inadequados para os tempos de hoje. A escola deverá rever seu currículo e analisar até que ponto este está sendo positivo ou negativo para a aprendizagem de seus alunos.
“As novas tecnologias criam novas chances de reformular as relações entre alunos e professores e de rever a relação da escola com o meio social, ao diversificar os espaços de construção do conhecimento, ao revolucionar processos e metodologias de aprendizagem, permitindo à escola um novo diálogo com os indivíduos e com o mundo. Para isso, é fundamental colocar o conhecimento à disposição de um número cada vez maior de pessoas, dispondo de ambientes de aprendizagem em que as novas tecnologias sejam ferramentas instigadoras, capazes de colaborar para uma reflexão crítica, para o desenvolvimento da pesquisa, sendo facilitadores da aprendizagem de forma permanente e autônoma”. (MERCADO, p.27, 1999).
· Se a escola quer inovar, serão necessárias mudanças nos recursos pedagógicos, humanos, físicos... “Não basta apenas dotar as escolas com novas tecnologias, comprando equipamentos sofisticados e aumentando o espaço físico, sendo necessário formar e preparar o professor para que ele tire o melhor proveito destas tecnologias que estão à sua disposição.” (MERCADO, p. 25, 1999).
Os educadores tem que tomar sua consciência de inacabamento, conforme diz Paulo Freire. Sair da condição da comodidade e buscar novos conhecimentos e superar seus limites. Não será uma tarefa fácil, pois além de tudo, o novo nos traz insegurança, mas será o desafio a ser enfrentado.
Observamos que a formação dos professores impossibilita que as novas tecnologias sejam implantadas na sala de aula.
“Isso requer um bom conhecimento destas tecnologias e de suas potencialidades como instrumento didático. Conseguir esta formação é um desafio, tendo em conta que a maioria dos professores de nível primário e secundário não se beneficiam de um ensino de novas tecnologias em sua formação inicial”.(MERCADO, p. 25, 1999).
· “ A escola passa a ser um lugar mais interessante que prepara o aluno para seu futuro. A aprendizagem centra-se nas diferenças individuais e na capacitação do aluno para torná-lo um usuário capaz de usar vários tipos de fontes de informação e meios de comunicação eletrônica, de forma crítica na construção do conhecimento”. (MERCADO, p. 27, 1999).
Esta é a escola que queremos. Vemos que além das novas tecnologias, há outrros aspectos importantes que devem ser revistos para a educação na educação: o respeito ao aluno, com seu corpo, seu tempo, suas necessidades, sua realidade...
“Não é simplesmente modernizando as técnicas, que acontecerão melhorias no processo educativo. Para introduzir novas tecnologias na escola, é preciso que a própria escola defina que tipo de indivíduos ela quer formar, e que as novas tecnologias apareçam fazendo parte de um processo de mudança na organização escolar e inovadora no trabalho docente”. (MERCADO, p. 31, 1999).
· E para finalizar, citando mais uma aprendizagem importante nesse processo de busca de conhecimento, citamos a importância de trabalharmos com projetos de aprendizagem. Prova real disso foi o nosso próprio projeto, onde focamos o assunto e fomos em busca do que poderia nos ajudar. Através dessa busca, que dependia apenas de nosso empenho, vimos que o professor não precisa trazer tudo proto e “mastigado” para seu aluno, mas sim proporcionar e disponibilizar o acesso ao que for necessário para que o conhecimento seja construído. Ocorre, assim, uma aprendizagem significativa, podendo contar com recursos inovadores, além de ser algo prazeroso e legal para as crianças. A escola não tem que ser um lugar monótono, onde apenas o professor é portador de toda a verdade e decide o que deve ser aprendido ou não, mas sim um ambiente de novas possibilidades, abrindo um leque de inovações.
“Os projetos telemáticos favorecem um envolvimento de realidades culturais distintas, o que leva ao estudo de conteúdos culturais, criando situações de aprendizagem caracterizadas pela sua significativa funcionalidade, permitindo que cada estudante possa “aprender a aprender”, objetivo central da educação, sendo capaz de realizar aprendizagens relevantes por si só em várias situações e circunstâncias”. (MERCADO, p. 29, 1999).
Referências
MERCADO, Luiz Paulo Leopoldo, Formação Continuada de Professores e Novas Tecnologias / Maceió: EDUCAL, 1999, 176p. – capítulo 2: A educação na sociedade do conhecimento.
Revista Textual, setembro 2006 – O trabalho do professor e as novas tecnologias. Eliane Schlemmer – p. 33 – 42.
Veen, Wim. Homo Zappiens: educação na era digital / Wim Veen, Bem Vrakking; tradução Vinícius Figueira – Porto Alegre. Artmed, 2009. 141p.
Quanto aos nossos objetivos...
Cris Cesar
Problemática
Atualmente, as crianças que cursam a Educação infantil têm idades entre zero a seis anos. Esse nível escolar tem se revelado uma preocupação de educadores que procuram concretizar um trabalho educativo diferenciado. Consideramos que o conhecimento profissional associado as tecnologias aliadas resultam em uma integração entre teoria e prática.
D’ Ambrosio (2001) afirma que o desafio do educador é trabalhar o novo, que o educador tem de ser utópico, sonhador.
Dessa forma, é importante ressaltar a necessidade do educador acompanhar as evoluções tecnológicas a fim de inserir novos métodos e novas técnicas de ensino na forma de repensar o ensino aprendizagem.
Trabalhar com a informatização possibilitando uma transformação significativa no ensino significa um recurso a mais para o professor. Esse método exige uma conseqüente evolução na forma de pensar a relação ensino-aprendizagem. Sobre isso, [Lima 1992] cita que o computador pode dar forma concreta às áreas do conhecimento que anteriormente eram intangíveis e abstratas.
Para as tecnologias atingirem as salas de aula, consideramos que é imprescindível que a escola em geral (equipe diretiva, professores e funcionários) se una para trazer para as salas de aula as evoluções tecnológicas.
Patrícia da Silva.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
"Alfabetização tecnológica do professor"
Na maioria das vezes estes novos recursos são oferecidos, porém não são usados adequadamente em virtude da desatualização dos educadores.
Então levantamos outra questão: a luta pela formação adequada dos professores para saberem como utilizar de maneira a construir realmente o conhecimento com seu aluno, pois não adiantará de nada aparelhos tecnológicos se não mudarão os meios de ensino.
"O papel da educação deve voltar-se também para a democratização do acesso ao conhecimento, produção e interpretação das tecnologias, suas linguagens e consequências. Para isto torna-se necessário preparar o professor para utilizar pedagogicamente as tecnologias na formação de cidadãos que deverão produzir e interpretar as novas linguagens do mundo atual e futuro. É este o sentido de defender a necessidade de alfabetização tecnológica para o professor (...)" (SAMPAIO e LEITE, p. 15, 2000).
Agora temos que pensar na "alfabetização tecnológica" do professor, para que as mudanças possam começar na educação, de maneira a trazer aspectos positivos, onde a construção do conheciment passe a ocorrer dentro da escola com novas perspectivas.
SAMPAIO, Marisa Narciso e LEITE, Lígia Silva. Alfabetização Tecnológica do Professor - Editora Vozes, RJ. 2000.
LUANA PEREIRA
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Em muitas conversas com educadores e principalmente gestores, um dos fatores que influência a NÃO utilização de laborátorios de informática pelas crianças e o medo de que "eles são muito pequenos, não entendem nada, só vão estragar!!!"Será????
Como nos traz o livro Homo Zappiens, as crianças desde muito cedo manipulam controles remotos escolhendo seus canais preferidos, vídeo-games, celulares, sabendo às vezes até mais do que nós, será que eles vão estragar?!
Grazi Patzlaff
Parada para pensar
Para quem quiser, dêem uma olhadinha neste site, além deste material há outras coisas muito interessantes relacionadas a informática na educação!
http://www.centrorefeducacional.com.br/refletir.html
Graziela Patzlaff
Educação Infantil x Novas Tecnologias
Cris Cesar
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
OLHAR DO EDUCADOR
http://www.youtube.com/watch?v=C3trLt0IoOw
Luana Pereira
“Homo Zappiens”
Segundo Wim Veen e Bem Wrakking, autores do livro, as crianças já nascem em um mundo rodeado das novas tecnologias e o seu acesso é acessível. Seus familiares trabalham diretamente com as tecnologias digitais, o que facilita mais ainda e chama a atenção da garotada.
Porém, vejo que a realidade apontada pelo livro não é da maioria das nossas crianças, pois o acesso diário ao computador, onde possam conversar com amigos pelo MSN, jogar, compartilhar idéias de jogos, contatar com pessoas de outros lugares... enfim, uma série de possibilidades que a Internet oferece, ainda são de longe alcance de nossas crianças.
Partindo do pressuposta de que a Internet surge como facilitadora em TODOS os aspectos, não podemos deixar que ela seja algo impossível aos nossos alunos.
Como trata no livro, a criança desde cedo manuseia o controle remoto da televisão, tem autonomia de assistir ao programa e/ou canal da televisão que quer, domina e até ensina aos pais como mexer e manusear o telefone celular... Parece muito natural e normal para nós, que somos de uma geração mais nova e que já estamos inseridos nesse mundo de novas possibilidades, porém aos nossos pais isso parece não ser possível. As pessoas mais velhas apresentam grande dificuldade em dominar essas tecnologias.
Estando presente no mundo do “pode mexer que não estraga”, temos como desafio trazer essa realidade para nossa prática pedagógica. Não podemos parar no tempo e temos que possibilitar ao nosso aluno esse convívio com as tecnologias digitais, pois além de ser um fato presente em nosso cotidiano, é necessário para nossa vida, para nosso futuro profissional e até mesmo para nossas relações interpessoais, pois hoje em dia na correria em que vivemos não falamos com nossos amigos e pessoas queridas, aí entrando a Internet e outros meios de comunicação modernos, para aproximar as pessoas além da distância.
Facilitando o contato da criança desde a educação infantil com as novas tecnologias será um avanço para a educação brasileira, pois ainda vemos isso distante da realidade escolar.
Na verdade a educação infantil a pouco tempo ganhou seu espaço e direitos na educação. Portanto esse será um processo que, talvez, ainda leve um tempo para ser alcançado, mas que chegará lá através do empenho de profissionais qualificados e que busquem os direitos de suas crianças, pensando sempre no bem comum de todos.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Tabalhos de crianças da Educação Infantil sobre as festas juninas
Trabalhos de crianças da Ed. Infantil durante as festas juninas
sábado, 7 de novembro de 2009
percebemos o quanto as crianças se interessam pelos computadores, utilizando-os com curiosidade, o que estimula e ajuda na busca de novidades, possibilitando uma infinidade de descobertas, oportunizando o desenvolvimento e a organização na construção do pensamento crítico e por conseqüência, do conhecimento.
Os professores também estão se dando conta da importância do uso das tecnologias, (e o computador é a mais importante delas) não apenas no uso com os alunos, mas também como ferramenta em seus próprios trabalhos, como fonte de pesquisa, informação rápida, na preparação de suas aulas, etc.
Segundo Costa (2001), [...] "os professores perceberam que as novas tecnologias da comunicação não vieram para substituí-los nem para estimular comportamentos indesejados ou inadequados ao aprendizado. Ao contrário, o que se tem visto é que os computadores incentivam os alunos às atividades intelectuais, fazendo com que leiam e escrevam mais do que antigamente."
Cris Cesar
sábado, 31 de outubro de 2009
"Quando os estudantes utilizam os computadores em duplas ou pequenos grupos, a compreensão e a aprendizagem são facilitadas e até aceleradas.
O compartilhamento de descobertas, o apoio do grupo na solução de problemas e o trabalhar colaborativamente em projetos pode resultar em experiências de aprendizagem bastante positivas."
Revista Informática na Educação. vol.4, n.1.p.71.
POA:UFRGS, 2001
Cristina Cesar
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
NÓS CHEGAREMOS LÁ!!!
As novas tecnologias estão, e estarão a cada dia mais presentes na nossa vida. As crianças desde cedo tem contato com os mais variados aparelhos tecnológicos. Sua curiosidade aguçada em relação a eles é cada vez maior o que facilita muito o aprendizado.
Além de ser uma ferramenta que chama a atenção das crianças, também é facilitadora do “aprender”. As tecnologias digitais trazem uma série de possibilidades, porém estas devem ser buscadas pelos educadores. Trazer esses novos meios para a educação não se resume em ensinar a utilizá-los, mas sim e proporcionar novos desafios para o ensino.
A nova geração já está vindo com uma nova perspectiva para aprender, sendo que os métodos tradicionais não servem, pois não podem “competir” com toda a atenção que chama a mídia como um todo (pois além dos computadores, há televisão, rádio, celular...).
O desafio a ser enfrentado agora é dos professores, pois cabe a eles tentarem inovar os recursos pedagógicos, proporcionando que a educação se torne atraente e prazerosa, onde o conhecimento possa ser verdadeiramente construído.
Mas, levando o assunto para a “vida real”, em relação à realidade da escola que trabalho essa proposta ainda não foi alcançada.
Contamos com um laboratório de informática, porém este, desde quando eu entrei na escola (fevereiro de 2009), ainda não foi aberto para o uso das crianças. Um dos motivos é: “as crianças podem estragar”, pois é uma escola de educação infantil. Também é pela falta de interesse das professoras, que não buscam utilizar deste recurso.
As crianças que atendemos vivem em situação de vulnerabilidade, então não tem acesso direto a um computador. Imaginem o quanto satisfatório seriam as aulas de informática?!
Acredito que a mudança deve começar pela nossa realidade presente, no entanto, no nosso cotidiano, em nossas situações. Então, essa será a nossa tarefa: mostrar que as crianças de educação infantil também têm capacidade de manusear as novas tecnologias digitais e que nós, educadores, temos que ter a capacidade de interagir e contribuir para que este espaço possa servir para o seu conhecimento e aprendizado.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Esta é a sala de educação infantil do Portal Aprende Brasil. Nela encontramos atividades variadas, mas para ter acesso é necessário ter login e uma senha; portanto coloquei apenas para verem o quanto é atrante para as crianças.Cris Cesar
PROPOSTA DE TRABALHO
Se acreditarmos que a tecnologia oferece um caminho para a aprendizagem e desenvolvimento é importante lutarmos para a melhor qualidade de ensino nas escolas. A educação necessita de aprendizado de alta qualidade e o computador é a mais poderosa ferramenta de aprendizagem já inventada. Levar a criança ao conhecimento ao redor do mundo promove ensino e aprendizagens, ludicidade, disciplina e formação de cidadania. A criança que utiliza a informática de forma adequada e com material correto apresenta raciocínio mais aprimorado e a utilização da tecnologia, aliada aos conteúdos desenvolvidos em sala de aula, apresenta-se como a principal transformação na forma de trabalhar na educação. Considerando essas descobertas, nossa proposta é investigar como as escolas e os professores direcionam o trabalho da inclusão digital na educação infantil.
Patrícia da Silva.
Mencionou que como presente para o dia dos pais ela fotografou cada aluno no laboratório de informática e na sala de aula e fez também uma foto coletiva da turma. Por serem aulas semanais, nas semanas seguintes cada aluno fez um desenho no paint, coloriu, e ela digitou uma mensagem que havia sido criada pelos alunos em sala de aula com a professora titular. Após, fez um power point com esse material e gravou em cd's personalizados. Cada cd continha duas fotos da criança, a foto coletiva, o desenho criado por ela e a mensagem criada pela turma.
Vi alguns destes trabalhos e considerei muito bonitos e criativos e os pais ficaram encantados. O pacote do presente foi produzido na sala de aula.
Conversei com alguns alunos que relataram ter amado esta atividade, assim como as demais no laboratório de informática. Reclamaram apenas que às vezes a profe quer que dois alunos usem um mesmo aparelho sendo que tem um para cada um e ela explicou que mesmo com tanta tecnologia, precisa-se aprender a dividir, até mesmo o computador com um colega.
Cris Cesar
Segundo Rogers (1960) a aprendizagem é facilitada quando o estudante detém uma parte da responsabilidade do método (atualmente a palavra método está defasada). Sendo assim, a aprendizagem se torna mais fácil quando o próprio aluno contribui para descobrir os seus caminhos até o aprendizado, quando formula suas dificuldades, decide individualmente ou em grupo o desenvolvimento do trabalho.
Como as crianças apresentam diferentes níveis de aprendizagem, pode-se alternar momentos em que as atividades são propostas pelo profesor e aqueles que os próprios alunos escolhem o que desejam trabalhar, dentre os materiais selecionados e disponibilizados para eles. Os alunos decidirão suas tarefas de acordo com o que já sabem, a fim de descobrirem mais, proporcionando ao professor ter uma noção do que o aluno domina.
Cris Cesar
APRESENTAÇÃO DO PROJETO DE APRENDIZAGEM
Objetivo: Investigar como usar, inserir, introduzir a educação digital na educação infantil.
Justificativa: Pensamos neste projeto, uma vez que a maioria das integrantes do nosso grupo atua na educação infantil e temos interesse em aprimorar nossa metodologia de ensino e pesquisa com nossos alunos. Assim como para nós, a tecnologia digital serve como portas para buscar e conhecer coisas novas. Pois como advertia Kant, não se deve educar segundo o estado presente, mas sim segundo o estado futuro possível e melhor da espécie humana.
Sabemos, portanto, que o bom desenvolvimento do trabalho com os alunos de educação infantil reflete lá no ensino médio, uma vez que dados estatísticos indicam que 90% dos alunos que terminam o ensino médio, estiveram na educação infantil.
E é por isso que questões sobre: como inserir e trabalhar com as tecnologias digitais na educação infantil? E, que metodologias usar?, nos intrigam, pois em vários momentos nos deparamos com crianças que, por vezes, sabem “fuçar” no computador mais do nós mesmas.
Problematização:
De que forma as aulas de informática são ministradas nas escolas de educação infantil dos municípios de Novo Hamburgo, Campo Bom e Canoas(mesmo sabendo que em muitas das escolas esta tecnologia ainda não existe)?. Com que freqüência os alunos participam destas aulas? O que fazem lá? Quem os acompanha? Enfim . . . e para as escolas que ainda não fazem uso desta tecnologia investigaremos o que os professores pensam a respeito da mesma, sempre buscando subsídios para a nossa pesquisa e de certa forma conscientizando os profissionais das novas ferramentas de aprendizagem, instigando-os a usarem em algum momento.
O que sabemos: certezas
As crianças não manuseiam o computador na escola.
Não tem acesso ao laboratório de informática da escola de educação infantil.
Desperta interesse o mundo digital
A menoria tem acesso fora da escola ao computador
As crianças não tem receio em manusear diversas tecnologias.
O que não sabemos: dúvidas
Como as aulas de informática são ministradas nas turmas de educação infantil?
Com que freqüência os alunos tem aulas de informática?
Quais são as ferramentas utilizadas por eles?
Quem os acompanha nestes momentos?
Graziela e Cristiane
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Educação Digital e Educação Infantil
Patrícia da Silva
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Cris
http://www.youtube.com/watch?v=3zZl8prxTcs&feature=related
Essa reportagem me chamou atenção, primeiro por ser sobre a cidade em que nasci e vivo e também porque me fez pensar sobre quantas pessoas não tem acesso ao mundo digital, e isso acontece tão próximo de nós.
Trabalho em uma escola central de São Leopoldo, onde quase todos os alunos utilizam computadores desde pequenos na educação infantil e em casa, tendo assim muita habilidade com a máquina e nenhum receio em descobrir tudo o que ela pode oferecer. Então refleti sobre o quanto essa informatização é importante para todos, nos dias atuais.
Abraço!
Cristina A. Cesar
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Educação Digital na Espanha
O ano letivo na Espanha é diferente do nosso, sendo feita as férias no mês de julho. Entrando de férias no ano de 2007, o governante de lá (presidente) disse que iriam implementar computadores nas salas de aulas para todas as crianças. Em virtude da crise, os Notebooks foram implantados apenas no Norte da Espanha e a promessa é de no ano que vem já ter em toda a Espanha.
Esse fato nos leva a pensar na educação brasileira. A educação digital, sendo uma conquista que não é tão difícil assim de ser alcançada está ainda tão distante da realidade escolar, imaginem nós, com Notebooks dentro da sala de aula.
Será que isso um dia será possível?
A Espanha poderá nos servir de modelo para uma revolução na educação, como outros países, que também já tenham adotado esse modo de ensinar. O que anos atrás parecia ser impossível, hoje está se tornando uma realidade presente. Ainda não aqui, no Brasil, pois temos que entender que não somos um país de primeiro mundo, mas este fato não impede para que isso seja possível futuramente.
Basta nossos governantes se importarem um pouco mais com a educação do nosso país que já será um grande passo andando!!!
Esse fato nos leva a refletir como estamos atrasados!!!
Luana Pereira
Esse seria o dever da educação: instigar o aluno a buscar seu conhecimento. Para isso contamos com as tecnologias digitais.
Vale a pena ler este artigo, pois nos traz uma visão inovadora sobre as novas tecnologias.
Luana Pereira.
http://www.scielo.br/pdf/spp/v14n2/9782.pdf
Há aspectos importantes!!
Boa leitura!!
Luana Pereira
http://www.scielo.br/pdf/es/v24n85/a06v2485.pdf
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Para Refletir

Outra reflexão é acerca de que incluir a tecnologia digital não quer dizer que vamos pintar um desenho no computador e estaremos trabalhando com as tecnologias digitais. Tecnologia digital vai muito além disso. É um campo vasto de descobertas, pesquisas, comunicação e muito mais, e nossos alunos precisam saber disso.
Grazi Patzlaff
Desafio
Como nos traz Sarmento (2000), a entrada da tecnologia faz parte do universo escolar, e esse trabalho depende muito do trabalho de seus educadores e do coordenador pedagógico que precisa contribuir para formação dos educadores com a formação continuada na perspectiva de qualificar os professores a trabalharem com as novas tecnologias na escola.
A autora nos traz ainda, que é omum ouvirmos que nossos alunos sabem mais das tecnologias do que nós, professores. Mas precisamos aproveitar a oportunidade e incluir ferramentas digitais na elaboração e prática de atividades, não deixando de focalizar o desenvolvimento das habilidades propostas pela metodologia da escola.
Sabemos que muitas instituições não possuem verbas para o uso das tecnologias, mas se possivel porque não transferir as atividades pedagógicas aplicadas através da utilização da lousa para arquivos em multimídia refletidos através de um projetor? Que tal a utilização de softwares educacionais de ensino de línguas para estimular a oralidade em sala de aula? Ou mesmo para estudar gramática de forma mais divertida e lúdica?
Não podemos esquecer que, como nos lembra Sarmento (2000), o conteúdo da Internet é vasto e que não há limites para o uso de ferramentas tecnológicas e para a elaboração de aulas divertidas e dinâmicas, porém não podemos deixar de fazer uma breve e atenta avaliação destes materiais, observando, por exemplo, se os conteúdos estão corretos ou se estão isentos de descriminação.
Link para o artigo "O Coordenador Pedagógico e o Desafio das Novas Tecnologias" de Maristela Lobão de Moraes Sarmento
Postado por Grazila Patzlaff
Crianças de Nova Iguaçu
Em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro há uma "Escola Livre de Cinema" para crianças, ou seja, um lugar onde eles tem acesso a toda tecnologia necessária para se produzir filmes. No vídeo segue a reportagem e o filme que crianças de aproximadamente 10 anos organizaram editando, filmando, desenhando e produzindo.
Achei muito interessante, pois não sabia da existência desse tipo de escola. A reportagem nos faz refletir sobre nosso pensar e agir enquanto educadores.
Clique no link abaixo para assistir a reportagem!
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1337733-15605,00.html
Abraços Graziela Patzlaff
domingo, 11 de outubro de 2009
www.fe.unb.br/revistadepedagogia/numeros/06/notas/nota05.pdf
Quando falamos em tecnologia logo lembramos daquilo que ainda nao estamos familiarizados porem esquecemos que os livros e demais materiais didaticos tambem ja foram considerados tecnologia das quais agora ja estamos familiarizados.
A revista nos tras o seguinte questionamento e por sinal muito interessante que nos faz pensar a respeito de quando começar a inserir a criança aos recursos tecnologicos. ja que o computador exige um tipo de pensamento e linguagens formais, matematicos, poderiamos formular a seguinte pergunta: quando crianças e jovens devem começar a exercer esse tipo de pensamento e linguagem?
Primeiros 7 anos: a educaçao baseia-se na imitaçao, fantasia e no ritmo, qualquer ensino de abstarçao como o da leitura contraria sua propria natureza
" a criança deve ser tratadacomo uma plantinha; o local deve prestar-se ao brincar e ao aprender fazendo, envolvendo coordenaçao motora , socializaçao e observaçao do entorno sem conceitua-lo abstratamente, tudo isso num ambiente mais natural possivel. deve-se ter ai uma professora-mae" (setzer,1998)
Conforme MORAN (1991),
“Educar é estar mais atento às possibilidades do que aos limites. Estimular o desejo de aprender, de ampliar as formas de perceber, de sentir, de compreender, de comunicar-se. Apoiar o estado de perceber e sentir, de compreender e comunicar-se. Apoiar o estado de prontidão para aprender dentro e fora da escola, em todos os espaços do nosso cotidiano, em todas as dimensões da vida. Estar atento a tudo, relacionando tudo, integrando tudo. Conectar sempre o ensino com a pessoa do aluno, com a vida do aluno, com a sua experiência”. Educar é procurar chegar ao aluno por caminhos possíveis[...] Cristiane Winter
sitededicas.uol.com.br/art_tecnologia_ed.htm
Tecnologias+conteudos= oportunidades de ensino
Nela dois questionamentos sao fundamentais: primeiro. Quando usar tecnologia em sala de aula? e em segundo. como utilizar este recursos em sala de aula? para a primeira questao a revista ressalta que só vale levar a tecnologia para a sala se ela estiver a serviço do conteudo.
Marcia Padilha Lotito afirma que " a tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje"
entao as ferramentas digitais modificam procedimentos consagrados na disciplina.
um exemplo:ediçao e revisao de textos. no programa word a correçao das palavras é facilmente feita. o professor pode deixar o corretor ligado e assim os estudantes irao resolver com autonomia alguns de seus erros.
Penso que alguns professores temem as novas tecnologias no sentido de que irao tomar seu lugar, porem vejo a tecnologia como grande aliada do professor se o mesmo souber usa-las, vejo atualmente os educandos muito dependentes de seus educadores, muitas vezes deixando-os sobrecarregados e estressados, a tecnologia como citada no exemplo acima da auto correçao do texto, tornará o educando cada vez mais autonomo do seu conhecimento, deixando assim o professor tambem mais livre para planejar e pensar suas açoes em sala de aula.
Cristiane Winter
sábado, 3 de outubro de 2009
VAMOS REFLETIR SOBRE A FIGURA? O QUE ELA ESTA QUERENDO NOS DIZER?
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Assistam ao vídeo "Educação e Vida". Ele nos fará pensar um pouco sobre nossos desafios. Não podemos desistir no meio do caminho e nem nos apavorar com o novo!!!
Relacionei essa mensagem com o nosso desafio, principalmente para mim, de trazer as novas tecnologias para nosso ambiente de trabalho.
Aproveitem!!!
Luana Pereira
http://video.google.com/videosearch?hl=pt-BR&q=v%C3%ADdeos+sobre+educa%C3%A7%C3%A3o&um=1&ie=UTF-8&ei=klPBSqvrNY6n8Aaf_u2kAQ&sa=X&oi=video_result_group&ct=title&resnum=4#
Advertia Kant de que não se deve educar segundo o estado presente, mas sim segundo o estado futuro possível e melhor da espécie humana. Poderemos dizer que é preciso educar partindo do real para o possível e tendo por horizonte o desejável. Desejar-se-á, certamente que a humanidade supere todas as suas contradições e realize todas as suas possibilidades. Se esse desejável absoluto chegasse algum dia a acontecer, teríamos a “realização do soberano bem do mundo”, “a humanidade em toda a sua perfeição”. E aí teríamos a humanidade definitivamente educada. (...) (PINTO, 1996. p. 474).
As palavras do autor acima, referindo-se a Kant, levam-nos a refletir sobre o papel da educação hoje. Kant, já em sua época traz essa perspectiva de educar para a melhora da humanidade, conforme sua evolução. Dou enfoque neste momento ao me referir à evolução, nas novas tecnologias.
Levando em consideração a análise do mesmo, parando para pensarmos na qualidade do ensino em nosso país, podemos afirmar que ao invés de ter um olhar para o futuro da humanidade, ele está se norteando no passado. A educação, digamos assim, parou no tempo, ou talvez não se deu conta de quanto tudo mudou, para inovar também. Se todos nós desejamos esse “futuro possível e melhor”, chegou a hora de arregaçarmos as mangas e ir à busca do novo.
Vem ai um desafio para os educadores. Educar para o futuro e não para o presente é uma afirmativa necessária nos dias de hoje, pois as novas tecnologias estão avançando e crescendo cada dia mais e se tornaram um bem necessário, pois são uma fonte de informações, facilidade, praticidade tão grande que são importantes para a vida corrida que a população enfrenta.
Além de sua importância, o papel das tecnologias digitais hoje na educação é fundamental. Podemos ver os resultados positivos tidos. Porém essa é uma questão que entra em discussão para certos educadores. Mas esta é uma limitação a ser superada. “(...) Educar para a emancipação é dotar os homens da capacidade de reconhecer e vencer as limitações superáveis do seu tempo.” (...) (PINTO, p. 481).
Conforme diz o autor, temos que superar nossas dificuldades. Conseguir dominar as novas tecnologias. Pode parecer uma tarefa impossível, mas não é. O que deve ser feito é ter dedicação para buscar o conhecimento desejado. Ficar parado no mesmo lugar e esperar que tudo aconteça não é a melhor alternativa. Temos que nos mobilizar para conseguirmos dominar as novas tecnologias. E como diz Pinto: “(...) O crescimento do conhecimento – ou processo de aprendizagem – não é um processo repetitivo ou cumulativo, mas um processo de eliminação de erros”.(...) (p. 491). Já ouvimos dizer a expressão: “é errando que se aprende”.
Os métodos tradicionais ainda estão muito presentes na educação, o que pode resultar no fracasso escolar. Com um novo olhar para a educação isso pode mudar, pois partindo do pressuposto de CONSTRUÇÃO de conhecimento o aluno terá novas possibilidades de aprender, sendo que ele irá pesquisar o objeto de estudo.
A fim de que “esta revolução nos hábitos escolares” possa de facto ocorrer, é preciso que cientistas e instituições de investigação sejam chamados a participar, não só na definição dos currículos dos ensinos básico e secundário, mas ainda na criação de práticas de trabalho escolar adequadas a uma aprendizagem não literária do saber científico. (...) (PINTO, p. 492).
As mudanças podem começar com o currículo, pensando em propostas inovadoras para a educação. Aí entra outra questão importantíssima, pois inovar não se resume em simplesmente introduzir materiais tecnológicos dentro da escola que servem para as crianças jogarem, passar tempo, brincarem...
As novas tecnologias devem ter uma articulação com a construção do saber, fazendo com que haja a relação, “conversa” entre as disciplinas, tornando o processo de aprender algo prazeroso, que instigue o “aprender a aprender”.
Além disso, a cada dia mais o mundo digital cresce e se faz presente em nossas vidas. Está chegando a ERA DIGITAL, onde tudo é informatizado, rápido. Daqui um tempo as pessoas terão que dominar esse saber. E além da busca do saber, a preparação para o lado profissional, a dominação do mundo digital será essencial para a própria vida. “(...) O objectivo é inscrever a aprendizagem no processo de autotranscedência emancipadora da humanidade, o que é, sem dúvida, indefinidamente mais do que preparar os alunos para a obtenção de um emprego.” (...) (PINTO, p. 493)
Pensando em tudo o que foi dito acima, vemos que temos que mudar muitos conceitos em relação à educação, às novas tecnologias, à preparação profissional dos professores... o próprio conceito de aprender.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
PINTO, F. Cabral - A Formação Humana no Projecto da Modernidade. Coleção: Epistemologia e Sociedade. Instituto Piaget, 1996. p. 474 – 530.
LUANA MARIA HAUBERT PEREIRA
sábado, 26 de setembro de 2009
Aulas de Informática.
Patrícia da Silva.
O PRAZER DE APRENDER COM A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
http://www.icpg.com.br/artigos/rev02-11.pdf
Patrícia da Silva.
APRESENTAÇÃO
Temos como plataforma temática a "Educação Digital", sendo assim iremos desenvolver um projeto de aprendizagem onde iremos investigar de que forma as aulas de informática são ministradas nas escolas de educação infantil dos municípios de Novo Hamburgo e Campo Bom (mesmo sabendo que em muitas das escolas esta tecnologia ainda nao existe), com que freqüência os alunos participam destas aulas, o que fazem la, quem os acompanha, enfim . . . e para as escolas que ainda nao fazem uso desta tecnologia investigaremos o que os professores pensam a respeito da mesma, sempre buscando subsidios para a nossa pesquisa e de certa forma conscientizando os profissionais das novas ferramentas de aprendizagem, instigando-os a usarem em algum momento.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Componentes do grupo de pesquisa:
Cristiane Winter
Cristina Azevedo Cesar
Graziela Patzlaff
Luana Maria Haubert Pereira
Patricia da Silva
Pensando um pouco...
As crianças nao manuseiam o computador na escola.
Nao tem acesso ao laboratorio de informatica da escola de educaçao infantil.
Desperta interesse o mundo digital
A menoria tem acesso fora da escola ao computador
As crianças não tem receio em manusear diversas tecnologias.
O que nao sabemos: duvidas
Como as aulas de informatica sao ministradas nas turmas de educaçao infantil?
Com que frequencia os alunos tem aulas de informatica?
Quais sao as ferramentas utilizadas por eles?
Quem os acompanha nestes momentos ?
Cristiane Winter




