segunda-feira, 30 de novembro de 2009

"Alfabetização tecnológica do professor"

Estamos em um debate de que as novas tecnologias devem ser inseridas na educação das crianças, dentro da escola. Portanto há um aspecto relevante, e que não está sendo levado em consideração: será que o professor está preparado para isso?
Na maioria das vezes estes novos recursos são oferecidos, porém não são usados adequadamente em virtude da desatualização dos educadores.
Então levantamos outra questão: a luta pela formação adequada dos professores para saberem como utilizar de maneira a construir realmente o conhecimento com seu aluno, pois não adiantará de nada aparelhos tecnológicos se não mudarão os meios de ensino.
"O papel da educação deve voltar-se também para a democratização do acesso ao conhecimento, produção e interpretação das tecnologias, suas linguagens e consequências. Para isto torna-se necessário preparar o professor para utilizar pedagogicamente as tecnologias na formação de cidadãos que deverão produzir e interpretar as novas linguagens do mundo atual e futuro. É este o sentido de defender a necessidade de alfabetização tecnológica para o professor (...)" (SAMPAIO e LEITE, p. 15, 2000).
Agora temos que pensar na "alfabetização tecnológica" do professor, para que as mudanças possam começar na educação, de maneira a trazer aspectos positivos, onde a construção do conheciment passe a ocorrer dentro da escola com novas perspectivas.

SAMPAIO, Marisa Narciso e LEITE, Lígia Silva. Alfabetização Tecnológica do Professor - Editora Vozes, RJ. 2000.

LUANA PEREIRA

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Em muitas conversas com educadores e principalmente gestores, um dos fatores que influência a NÃO utilização de laborátorios de informática pelas crianças e o medo de que "eles são muito pequenos, não entendem nada, só vão estragar!!!"
Será????
Como nos traz o livro Homo Zappiens, as crianças desde muito cedo manipulam controles remotos escolhendo seus canais preferidos, vídeo-games, celulares, sabendo às vezes até mais do que nós, será que eles vão estragar?!

Grazi Patzlaff

Parada para pensar

Durante minha busca de softwares e outros materiais sobre a informática na educação infantil, deparei-me com um site que me fez refletir, voltando ao nosso ponto de partida, ao nosso objetivo de como usar e inserir as Tecnologias Digitais, objetivos esses que já visualizamos em muitos dos materiais já encotrados, mas este em especial me fez parar para pensar e lembrar que nosso objetivo é sim inserir/incluir o uso da informatização mas sem esquecer que na educação infantil a ênfase está vinculada ao crescimento dos aspectos afetivos e sociais. É muito bonito chegar em escolas onde crianças estão trabalhando em computadores, realizando uma atividade de colorir um desenho, não seria a mesma coisa que colorir um desenho mimeografado?!?! Precisamos pensar nisso!

Para quem quiser, dêem uma olhadinha neste site, além deste material há outras coisas muito interessantes relacionadas a informática na educação!

http://www.centrorefeducacional.com.br/refletir.html


Graziela Patzlaff


Educação Infantil x Novas Tecnologias

Pierre Lévy em seu livro A Inteligência Coletiva - por uma antropologia do ciberespaço (p.27) nos diz que: "Em nossas interações com as coisas, desenvolvemos competências. Por meio de nossas relações com os signos e com a informação adquirimos conhecimentos." Portanto acredito ser importantíssima a interação das crianças da educação infantil com as tecnologias para desenvolverem suas habilidades e explorarem o que o computador pode lhes proporcionar, pois em um mundo globalizado a inclusão digital deve ocorrer o mais cedo possível. Ao interagir com o computador e se possível em grupos as crianças aprendem umas com as outras, associando suas competências, aumentando seu potencial e enriquecendo seus saberes.

Cris Cesar

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

OLHAR DO EDUCADOR

O vídeo a seguir nos traz uma reflexão sobre o nosso papel dentro da sala de aula: o de valorizar cada criança conforme suas capacidades, não rotulando e determinando o que achamos que ele possa vir a ser. Isso nos remete às novas tecnologias, onde as julgamos antes mesmo de conhec~e-las e de saber quais são seus benefícios e vantagens. Temos o dever de possibilitar esta nova ferramenta para nossos alunos, fazendo com que eles não sejam mais uma vez excluídos da sociedade (refiro-me aos de classe social baixa).

http://www.youtube.com/watch?v=C3trLt0IoOw

Luana Pereira

“Homo Zappiens”

Relacionando a nossa pesquisa à leitura do livro que estamos realizando, “Homo Zappiens”, podemos relacionar as características do mesmo com a realidade em que estamos inseridos no mundo de hoje.
Segundo Wim Veen e Bem Wrakking, autores do livro, as crianças já nascem em um mundo rodeado das novas tecnologias e o seu acesso é acessível. Seus familiares trabalham diretamente com as tecnologias digitais, o que facilita mais ainda e chama a atenção da garotada.
Porém, vejo que a realidade apontada pelo livro não é da maioria das nossas crianças, pois o acesso diário ao computador, onde possam conversar com amigos pelo MSN, jogar, compartilhar idéias de jogos, contatar com pessoas de outros lugares... enfim, uma série de possibilidades que a Internet oferece, ainda são de longe alcance de nossas crianças.
Partindo do pressuposta de que a Internet surge como facilitadora em TODOS os aspectos, não podemos deixar que ela seja algo impossível aos nossos alunos.
Como trata no livro, a criança desde cedo manuseia o controle remoto da televisão, tem autonomia de assistir ao programa e/ou canal da televisão que quer, domina e até ensina aos pais como mexer e manusear o telefone celular... Parece muito natural e normal para nós, que somos de uma geração mais nova e que já estamos inseridos nesse mundo de novas possibilidades, porém aos nossos pais isso parece não ser possível. As pessoas mais velhas apresentam grande dificuldade em dominar essas tecnologias.
Estando presente no mundo do “pode mexer que não estraga”, temos como desafio trazer essa realidade para nossa prática pedagógica. Não podemos parar no tempo e temos que possibilitar ao nosso aluno esse convívio com as tecnologias digitais, pois além de ser um fato presente em nosso cotidiano, é necessário para nossa vida, para nosso futuro profissional e até mesmo para nossas relações interpessoais, pois hoje em dia na correria em que vivemos não falamos com nossos amigos e pessoas queridas, aí entrando a Internet e outros meios de comunicação modernos, para aproximar as pessoas além da distância.
Facilitando o contato da criança desde a educação infantil com as novas tecnologias será um avanço para a educação brasileira, pois ainda vemos isso distante da realidade escolar.
Na verdade a educação infantil a pouco tempo ganhou seu espaço e direitos na educação. Portanto esse será um processo que, talvez, ainda leve um tempo para ser alcançado, mas que chegará lá através do empenho de profissionais qualificados e que busquem os direitos de suas crianças, pensando sempre no bem comum de todos.
Luana Pereira

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Tabalhos de crianças da Educação Infantil sobre as festas juninas


Cris César

Trabalhos de crianças da Ed. Infantil durante as festas juninas


Cris César

sábado, 7 de novembro de 2009

Piaget mostra que o sujeito humano estabelece desde o nascimento uma relação de interação com o meio. Mesmo antes de aprender a ler e escrever as crianças não encontram dificuldades em manusear o computador pois já é parte do seu cotidiano. Ele proporciona o prazer pela descoberta, motivação, cooperação e interação. Sendo assim, desde a educação infantil
percebemos o quanto as crianças se interessam pelos computadores, utilizando-os com curiosidade, o que estimula e ajuda na busca de novidades, possibilitando uma infinidade de descobertas, oportunizando o desenvolvimento e a organização na construção do pensamento crítico e por conseqüência, do conhecimento.
Os professores também estão se dando conta da importância do uso das tecnologias, (e o computador é a mais importante delas) não apenas no uso com os alunos, mas também como ferramenta em seus próprios trabalhos, como fonte de pesquisa, informação rápida, na preparação de suas aulas, etc.
Segundo Costa (2001), [...] "os professores perceberam que as novas tecnologias da comunicação não vieram para substituí-los nem para estimular comportamentos indesejados ou inadequados ao aprendizado. Ao contrário, o que se tem visto é que os computadores incentivam os alunos às atividades intelectuais, fazendo com que leiam e escrevam mais do que antigamente."

Cris Cesar