segunda-feira, 26 de outubro de 2009

NÓS CHEGAREMOS LÁ!!!

“... Um novo modelo educacional, capaz de gerar novos ambientes de aprendizagem, que deixasse de ver o conhecimento de uma perspectiva fragmentada, estática, e o reconhecesse como um processo em construção a ser desenvolvido num contexto dinâmico do vir-a-ser. Ambientes capazes não apenas de acompanhar e incorporar a evolução que ocorre no mundo da ciência, da tecnologia, mas também de colaborar para restabelecer o equilíbrio necessário entre formação tecnológica do indivíduo – para ele sobreviver num mundo cada vez mais tecnológico e digital -, a sua formação humana e a sua dimensão espiritual. Uma educação voltada para a humanização, na instrumentalização e a transcedência. (...)” (M. C. Moraes, 1997, pp. 17-18, apud: Koellreutter educador: o humano como objetivo da educação musical, 1997, p. 39).

As novas tecnologias estão, e estarão a cada dia mais presentes na nossa vida. As crianças desde cedo tem contato com os mais variados aparelhos tecnológicos. Sua curiosidade aguçada em relação a eles é cada vez maior o que facilita muito o aprendizado.
Além de ser uma ferramenta que chama a atenção das crianças, também é facilitadora do “aprender”. As tecnologias digitais trazem uma série de possibilidades, porém estas devem ser buscadas pelos educadores. Trazer esses novos meios para a educação não se resume em ensinar a utilizá-los, mas sim e proporcionar novos desafios para o ensino.
A nova geração já está vindo com uma nova perspectiva para aprender, sendo que os métodos tradicionais não servem, pois não podem “competir” com toda a atenção que chama a mídia como um todo (pois além dos computadores, há televisão, rádio, celular...).
O desafio a ser enfrentado agora é dos professores, pois cabe a eles tentarem inovar os recursos pedagógicos, proporcionando que a educação se torne atraente e prazerosa, onde o conhecimento possa ser verdadeiramente construído.
Mas, levando o assunto para a “vida real”, em relação à realidade da escola que trabalho essa proposta ainda não foi alcançada.
Contamos com um laboratório de informática, porém este, desde quando eu entrei na escola (fevereiro de 2009), ainda não foi aberto para o uso das crianças. Um dos motivos é: “as crianças podem estragar”, pois é uma escola de educação infantil. Também é pela falta de interesse das professoras, que não buscam utilizar deste recurso.
As crianças que atendemos vivem em situação de vulnerabilidade, então não tem acesso direto a um computador. Imaginem o quanto satisfatório seriam as aulas de informática?!
Acredito que a mudança deve começar pela nossa realidade presente, no entanto, no nosso cotidiano, em nossas situações. Então, essa será a nossa tarefa: mostrar que as crianças de educação infantil também têm capacidade de manusear as novas tecnologias digitais e que nós, educadores, temos que ter a capacidade de interagir e contribuir para que este espaço possa servir para o seu conhecimento e aprendizado.
Luana Pereira

3 comentários:

  1. As crianças ja nao vem mais o computador como um 'bicho papao',elas ja sabem que as maquinas estao presentes nos trabalhos dos pais, nos supermecados, no banco, em casa e nas escolas.Com os avanços tecnologicos presentes em nossas vidas as criancas nem presisam ter tocado em um computador para saber que ele nao morde..eles tem mais facilidads para usar o mause e identificar as letras nos teclados. O computador pode ser um grande aliado do professor na alfabetizaçao.

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  2. Olá meninas!
    O blog intera-nos sobre uma realidade; tecnologias, era digital, construção desde a Educação Infantil. Fantástico, sabemos que a criança desde muito cedo desperta-se com muita mais facilidade ao mundo digital e virtual,fazendo uma leitura visual aprendem e interagem com muito desprendimento do que muitos adultos de hoje.Para eles o computador faz parte da realidade social em que vivem.Promovendo um aprendizado divertido eles aprendem brincando e se alfabetizam muito rápido. Mara

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  3. Meninas, parabéns pelo trabalho!
    Muito interativo e voltado para a realidade atual, bem legal!
    Um abraço, Janaina Cunha!

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